BOA VINDA, DF-SURDOS é uma entidade Cultural dos surdos em brasilia , sócio-cultural, desenvolvendo e educacional que tem por objetivo a defesa e a luta dos direitos da empresários comunidades Surda Brasileira. Início de filiada a Federação Mundial dos Surdos e suas atividades dos negócios , empresas e agronégocios. BOA LEITURA
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Como descubro qual é o melhor negócio para instalar em um determinado local?
Sou administradora e já ministrei cursos de empreendedorismo. Atualmente, tenho lido sobre franchising. Estou residindo há apenas um ano em um bairro de classe média alta no Distrito Federal - Lago Norte, em um setor de Centro de Atividades. É um setor bem pequeno, com poucas unidades residenciais. São prédios com apartamentos para no máximo duas pessoas, talvez com filhos crianças. O ganho salarial desses moradores é média de R$ 10 mil por casal, e a média da faixa etária é de 30 anos. A população é de aproximadamente 6.000 moradores. Tenho interesse em abrir um negócio nesse local. Apesar de já haver um shopping aqui, necessitamos de uma maior infraestrutura comercial para atender a esses moradores. Qual pode ser um bom negócio para ser criado ali?”
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Hoje 18 de agosto , Dia Nacional do Campo limpo
A institucionalização do Dia Nacional do Campo Limpo no calendário nacional representa um reconhecimento à importância desta data dedicada à mobilização dos envolvidos no programa de logística reversa das embalagens de defensivos agrícolas pela conscientização ambiental na agricultura.
A cada ano cresce o envolvimento da comunidade com o Dia Nacional do Campo Limpo: em 2010, 140 mil pessoas de 98 municípios compartilharam a importância da preservação do campo limpo por meio da difusão de práticas responsáveis como a destinação das embalagens vazias de defensivos agrícolas. 2010 também foi o primeiro ano de implantação do projeto de educação ambiental Ciclo de Vida das Embalagens, alinhado aos parâmetros curriculares nacionais e adotado por mais de 1.000 escolas.RENOVAR DE REPRODUTORES NO PAÍS POR MERCADO.
Os pecuaristas que se decicam melhoramento animal de raças bovinas têm nas mãos para um mercado genetica do produção ,especialista os geneticos aconselham que todos os anos 20% dos touros seja retirados dos pastos e substituídos por novos animais cada cinco anos haveria uma troca completa da genetica ultizada em uma determinada fazenda do gado..mas tem muita gente que utiliza os touros até os 12 anos ,já pouco ferteis. pode abaixa a produtividade do rabalho.
critica muita gente para melhoramento genetico de rebanhos e falta ifra-estutura na tecnologica em campo.
critica muita gente para melhoramento genetico de rebanhos e falta ifra-estutura na tecnologica em campo.
Raízen investe no plantio de sorgo sacarino em Goiás
Plantio experimental de 92 hectares em Jataí mostra resultados animadores para a próxima safra
O que antes servia para a produção de ração, agora é fonte de etanol e açúcar. A Raízen, empresa resultante da união entre Cosan e Shell, começa a investir no plantio de sorgo sacarino para a produção de etanol e açúcar a partir desta safra. A empresa já colhe os resultados dos primeiros testes feitos em julho de 2011 na Unidade Jataí, em Goiás, e considera os produtos extraídos da planta como alternativa para o período de entressafra da cana-de-açúcar.
O plantio experimental ocupa uma área de 92 hectares e já obtém resultados bastante promissores, levando em conta o fato de o sorgo ter sido plantado em um período fora da sua safra usual. O teste foi realizado para que fossem analisados a cultura, seu desenvolvimento e possíveis pragas.
O ATR (Açúcar Total Recuperável) do sorgo é de aproximadamente 90, ante 120 da cana. Apesar da produtividade do sorgo ser inferior ao da cana, o tempo entre o plantio e a colheita da cana é menor: enquanto o primeiro fica pronto para ser processado em 110 dias, a cana demora, no mínimo, 12 meses.
O projeto é comprar matéria prima dos produtores locais que são responsáveis pelo cultivo e a Raízen colhe e processa o grão, extraindo açúcar para produção de etanol. “Ambas as partes estão muito motivadas com o novo plantio e acreditamos que o sorgo pode ser uma ótima alternativa para evitar a queda brusca da produtividade na entressafra. Com ele, podemos ampliar os dias de funcionamento da usina, que não sofre modificações significativas com o sorgo”, afirma João Saccomano, gerente de polo agrícola da Raízen em Jataí.
A expectativa é de que já na próxima safra o plantio de sorgo sacarino atinja mil hectares e uma produtividade de 50 toneladas por hectare. Com um rendimento industrial esperado de em 60 litros de etanol por tonelada de sorgo, a produção deve ser iniciada com 3 mil litros de etanol por hectare.
RAÍZEN – Empresa resultante do processo de integração dos negócios da Shell e Cosan, a Raízen está entre as cinco maiores companhias do Brasil em faturamento. Tem valor de mercado estimado em R$ 20 bilhões e cerca de 40 mil funcionários, posicionando-se como uma das mais competitivas na área de energia sustentável no mundo. Com 24 usinas, a Raízen responde por uma produção de 2,2 bilhões de litros de etanol por ano, 4,4 milhões de toneladas de açúcar e têm 900 MW de capacidade instalada de produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana. A Raízen possui 53 terminais de distribuição e comercializará aproximadamente 21 bilhões de litros para os segmentos de transporte e indústria e para a sua rede formada por 4.500 postos de serviço com as marcas Shell e Esso.
O que antes servia para a produção de ração, agora é fonte de etanol e açúcar. A Raízen, empresa resultante da união entre Cosan e Shell, começa a investir no plantio de sorgo sacarino para a produção de etanol e açúcar a partir desta safra. A empresa já colhe os resultados dos primeiros testes feitos em julho de 2011 na Unidade Jataí, em Goiás, e considera os produtos extraídos da planta como alternativa para o período de entressafra da cana-de-açúcar.
O plantio experimental ocupa uma área de 92 hectares e já obtém resultados bastante promissores, levando em conta o fato de o sorgo ter sido plantado em um período fora da sua safra usual. O teste foi realizado para que fossem analisados a cultura, seu desenvolvimento e possíveis pragas.
O ATR (Açúcar Total Recuperável) do sorgo é de aproximadamente 90, ante 120 da cana. Apesar da produtividade do sorgo ser inferior ao da cana, o tempo entre o plantio e a colheita da cana é menor: enquanto o primeiro fica pronto para ser processado em 110 dias, a cana demora, no mínimo, 12 meses.
O projeto é comprar matéria prima dos produtores locais que são responsáveis pelo cultivo e a Raízen colhe e processa o grão, extraindo açúcar para produção de etanol. “Ambas as partes estão muito motivadas com o novo plantio e acreditamos que o sorgo pode ser uma ótima alternativa para evitar a queda brusca da produtividade na entressafra. Com ele, podemos ampliar os dias de funcionamento da usina, que não sofre modificações significativas com o sorgo”, afirma João Saccomano, gerente de polo agrícola da Raízen em Jataí.
A expectativa é de que já na próxima safra o plantio de sorgo sacarino atinja mil hectares e uma produtividade de 50 toneladas por hectare. Com um rendimento industrial esperado de em 60 litros de etanol por tonelada de sorgo, a produção deve ser iniciada com 3 mil litros de etanol por hectare.
RAÍZEN – Empresa resultante do processo de integração dos negócios da Shell e Cosan, a Raízen está entre as cinco maiores companhias do Brasil em faturamento. Tem valor de mercado estimado em R$ 20 bilhões e cerca de 40 mil funcionários, posicionando-se como uma das mais competitivas na área de energia sustentável no mundo. Com 24 usinas, a Raízen responde por uma produção de 2,2 bilhões de litros de etanol por ano, 4,4 milhões de toneladas de açúcar e têm 900 MW de capacidade instalada de produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana. A Raízen possui 53 terminais de distribuição e comercializará aproximadamente 21 bilhões de litros para os segmentos de transporte e indústria e para a sua rede formada por 4.500 postos de serviço com as marcas Shell e Esso.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
China investe em GO
Grupo chinês investirá R$ 7 bilhões na produção de soja em Goiás e já prevê aportes em esmagadoras de soja na Bahia
A China pode financiar mais de R$ 7 bilhões para as ampliações das áreas de soja no Estado de Goiás, nos próximos sete anos. Com planos de importar diretamente 6 milhões de toneladas do grão por ano do estado, quatro empresas chinesas, estatais e de capital misto, irão enviar uma comitiva de técnicos e especialistas no começo do próximo mês, para avaliar o projeto que dobrará a produção goiana de soja até 2018. A ideia dos chineses é minimizar percalços no trajeto da soja até o país, excluindo as intermediárias multinacionais do setor.
Com um volume de importação superior a 54 milhões de toneladas de soja apenas em 2010, a China é hoje um dos maiores compradores do produto. A dependência em relação ao mercado externo é grande, já que o País precisa garantir a segurança alimentar de 1,3 bilhão de pessoas.
Diante deste cenário, o país realizou algumas investidas no Brasil desde 2009, a fim de encontrar uma parceria condizente com as atuais necessidades chinesas. "Em 2009, o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China com alguns representantes do Brasil, para mostrar o potencial agrícola da região. Em 2010, recebemos visitas de quatro empresas chinesas no estado, e desde então as conversações seguiam intensas", afirmou com exclusividade ao DCI, Pedro Ferreira Arantes, analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), e representante da entidade no grupo de trabalho que elaborou a proposta goiana aos chineses.
O Estado de Goiás plantou nessa safra aproximadamente 2,55 milhões de hectares, com a previsão de colher 7,8 milhões de toneladas. Com os investimentos chineses, a expectativa do estado é dobrar tanto em produção, quanto em área de cultivo do grão nos próximos sete anos, para atender a exigência de exportação de 6 milhões de toneladas ao ano, oriunda da China.
A China pode financiar mais de R$ 7 bilhões para as ampliações das áreas de soja no Estado de Goiás, nos próximos sete anos. Com planos de importar diretamente 6 milhões de toneladas do grão por ano do estado, quatro empresas chinesas, estatais e de capital misto, irão enviar uma comitiva de técnicos e especialistas no começo do próximo mês, para avaliar o projeto que dobrará a produção goiana de soja até 2018. A ideia dos chineses é minimizar percalços no trajeto da soja até o país, excluindo as intermediárias multinacionais do setor.
Com um volume de importação superior a 54 milhões de toneladas de soja apenas em 2010, a China é hoje um dos maiores compradores do produto. A dependência em relação ao mercado externo é grande, já que o País precisa garantir a segurança alimentar de 1,3 bilhão de pessoas.
Diante deste cenário, o país realizou algumas investidas no Brasil desde 2009, a fim de encontrar uma parceria condizente com as atuais necessidades chinesas. "Em 2009, o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China com alguns representantes do Brasil, para mostrar o potencial agrícola da região. Em 2010, recebemos visitas de quatro empresas chinesas no estado, e desde então as conversações seguiam intensas", afirmou com exclusividade ao DCI, Pedro Ferreira Arantes, analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), e representante da entidade no grupo de trabalho que elaborou a proposta goiana aos chineses.
O Estado de Goiás plantou nessa safra aproximadamente 2,55 milhões de hectares, com a previsão de colher 7,8 milhões de toneladas. Com os investimentos chineses, a expectativa do estado é dobrar tanto em produção, quanto em área de cultivo do grão nos próximos sete anos, para atender a exigência de exportação de 6 milhões de toneladas ao ano, oriunda da China.
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